terça-feira, 29 de dezembro de 2015

terça-feira, 24 de novembro de 2015

Igreja de São Lourenço dos Índios



Igreja São Lourenço dos Índios
(1623) construída pelos Jesuítas na tribo de Araribóia- 
Marca a colonização de Niterói/RJ.


sexta-feira, 30 de outubro de 2015

Zona Portuária do RJ




Fotos que tirei no Museu Mar - zona portuária do RJ...
Vista da construção do Museu do Amanhã do Arquiteto Espanhol Santiago Calatrava.
Dentro do Museu Mar - Exposição das fotos na época da construção da perimetral -1950 e inaugurada em 1960.
As esculturas do Artista Henrique Oliveira de lascas de madeira são sensacionais!!!







quinta-feira, 22 de outubro de 2015

Megacidades



Megacidades

Hoje fiquei impressionada com as fotos que dois amigos me enviaram de suas cidades.
A Cidade de Belém que é conhecida como Cidade Amazônica, ninguém espera ver essa foto abaixo, eu imaginava menos urbanização, porém nesses últimos anos as cidades têm sofrido, com crescimentos assombrosos. E o pior, prédios residenciais com 30 e 40 andares, mais uma vez o Brasil crescendo de forma inversa ao mundo.
Hoje o pensamento da arquitetura contemporânea, sem vínculos com empresas que querem mostrar resultados, sem planejamento e sem pensar no futuro, é pensar primeiramente nas pessoas.
Estilos de construções como estas, ocasionam uma desertificação, ruas sem vida, bairros perigosos, pois não há circulação de pedestres. Quadras imensas e ruas sem vizinhança, geram muitos problemas sociais.
Na minha dissertação, eu parto de conceitos de infraestrutura verde, como forma mitigadora de compensar, cidades que na década de 50, cresciam desordenadamente. Esse tipo de conceito, envolve uma nova maneira de pensar a cidade, pensar e projetar a cidade, a partir do olhar da rua, das pessoas. A infraestrutura verde é para ser pensada antes da construção, para ser completamente eficiente e deixar de ser mitigadora, mas os poucos empresários não estão se importando e o nosso governo também não. Todos esses edifícios têm menos de 10 anos...tirem as suas conclusões...
Mitigação é uma compensação - você sabe que vai destruir de alguma forma e compensa de outra forma, geralmente em outros lugares. 
A partir do momento que pensarmos em diminuir a mitigação em novos projetos, vamos construir cidades mais sustentáveis, boas de viver, de conviver , de andar e ... 

  

Cidade de Belém  (foto friend João)


Cidade de Goiânia (foto: friend Gabriel) 

segunda-feira, 19 de outubro de 2015

4ª Semana de Paisagismo - Escola de Belas Artes



Foi aberto hoje a 4ª Semana de Paisagismo 
na Escola de Belas Artes.
Esse ano comemorando 199 anos 
de Paisagismo no Brasil.



sábado, 17 de outubro de 2015

Crise Hídrica




A Crise Hídrica com enfoque em Niterói

Audiência Pública em Niterói sobre os reflexos da Crise Hídrica no Município.
Com a presença dos Moradores de Niterói, os velejadores: Torben e Martine Grael, o Vice-Prefeito Axel, o Biólogo da ICMBio, Águas de Niterói e o INEA.
Construindo uma pauta para a recuperação do Rio Macacu, importante para o nosso abastecimento e a limpeza dos rios que desaguam na Baia de Guanabara.
Foi uma noite muito proveitosa, onde todos puderam expor as suas pesquisas, para futuramente estarmos decidindo os novos projetos para a implantação.
Resumindo:
O Vice-Prefeito Axel - acredita que procurar sanar o desperdício e as perdas é um bom caminho e está junto com a UFF em um futuro projeto para a Renaturalização dos Rios Urbanos, onde o primeiro a ser implantado será o Rio Jacaré.
Águas de Niterói -  compareceu com o representante Rauph Rodrigues e ele disse estar aberto a negociar, não levou propostas.
INEA - com o seu representante, defende a construção de barragens para o acúmulo das águas em novas represas, porém, para essa construção serão retirados de suas terras dezenas de Agricultores.
ICM-Bio - Propõe tratamento de esgoto; desassoreamento dos corpos hídricos; redução do consumo e defende para uma Baia mais limpa e a saúde dos rios, a conservação dos manguezais.

Niterói tem muitas nascentes, estas até o século XIX, ainda abasteciam os bairros locais, mas hoje elas têm pouca vazão, devido ao crescimento populacional e a falta de planejamento. Precisamos das águas do Rio Macacu para o nosso consumo diário. 
O Rio Macacu está precisando de projetos para a sua conservação, pois ele também devido a falta de planejamento, está prestes a desaparecer. O caminho mais próximo, caso o Macacu não consiga abastecer todos as dezenas de bairros na Região Leste do Estado e ainda a Ilha de Paquetá, seria importar a água do Paraíba do Sul, preocupante essa situação, pois o Paraíba do Sul também sofre com o mal planejamento.
E a pauta continua....



Cadeg


Mercado Cadeg no RJ.



sábado, 10 de outubro de 2015

CasaCor 2015 - RJ



Inspirada no Casa Cor...
Cores, texturas, lindos Jardins de Lucia Costa e Karyne RGD.
Vidros que saem som para o ambiente, azulejos dourados.
A arte de Cildo Meireles no piso, nas paredes Tarsila do Amaral e muitos outros...esse ano a arte, esculturas estavam muito presentes.
A Villa Aymore é realmente encantadora...




segunda-feira, 5 de outubro de 2015

Consultoria


Consultoria na escolha de espécies para áreas internas.

Residência em Santa Rosa/Niterói


terça-feira, 29 de setembro de 2015

Paisagismo.Sempre: Promovendo a Arte do encontro!!!

Paisagismo.Sempre: Promovendo a Arte do encontro!!!: Jornal de Niterói Um jardim se faz em espaços que talvez você duvide, mas é fácil adaptar o jardim ao cliente e ao seu espaço. Neste ...

Promovendo a Arte do encontro!!!


Jornal de Niterói
Um jardim se faz em espaços que talvez você duvide, mas é fácil adaptar o jardim ao cliente e ao seu espaço.
Neste local, a cliente não queria o típico Jardim Vertical, então, verticalizei vasos e fiz a composição com vasos de chão.
Simples e funcional.


domingo, 27 de setembro de 2015

Empretec 2015! Sebrae Niterói



 Eu... Empreteca? Simmmm!!!!
Sucesso em Empreendedorismo 2015, como eu aprendi nestes 6 dias.
O Sebrae está de parabéns.





quarta-feira, 9 de setembro de 2015

Gostaria de falar sobre a paisagem...



A Paisagem


Gostaria de falar sobre a paisagem, não aquela paisagem pictórica...idealizada...pesquisada via web...
Mas aquela paisagem emocional e individual, aquela que carregamos conosco com histórias, aquela sentida, lembrada e caracterizada em nosso percurso até hoje.
São fatos, acontecimentos, cheiros, lembranças que nos remetem ao bem estar, a segurança, ao lar, ao aconchego.
Quando crescemos, somos cercados de aprendizados empíricos ao longo do nosso percurso, até chegarmos a idade adulta.
A partir do momento que temos a consciência de nossas atitudes e podemos nos manter sozinhos, está ratificado para o mundo e a sociedade, que realmente somos adultos.
Mas, quando chegamos neste frenético mundo adulto, full time, on time, on-line... as paisagens nos povoam, por que?...
e já dizia Carlos Drummond de Andrade: "Nos povoam, nos olham, nos fixam."
Penso que elas trazem uma carga de prazer, uma busca não intencional do lúdico, como fuga da correria do dia-a-dia.
...é o cheiro do frango com quiabo da vó, o doce de mamão verde do pé que a bisa fazia.
O compositor que saiu do campo e quando quer compor, volta para o campo, como lugar inspirador.
A praia, a cozinha, o escrever, o cantar e outros...nos remetem a fatos empíricos diversos...
Hoje procuramos sempre boas comidas e geralmente são aqueles que e nos levam a outros lugares, um momento na infância, esse lugar muito pessoal em apenas com uma garfada, como no filme "Ratatouille!
O cheiro do perfume que nos lembra alguém muito especial ou um lugar visitado.
Hoje como profissional e sempre estudante deste maravilhoso contexto chamado  - A Paisagem - sinto que as vezes generalizamos, para chegarmos a um lugar comum e bom para vivermos em sociedade.
As cidades estão perdendo..., pois aqui os cheiros se vão, a convivência coletiva na paisagem urbana, passa de tão escassa, que é valorizada e precificada.
Olhemos mais para o entorno, por que, para que a paisagem de cada pessoa e a coletiva possam existir... Precisamos estar conscientes dela...





terça-feira, 1 de setembro de 2015

Caminho Niemeyer


Caminho Niemeyer em Niterói

Mais um dia de um rigoroso inverno em Niterói...:-)
Visita na área de Urbanismo da cidade, que fica dentro deste complexo acervo de obras do Arquiteto Oscar Niemeyer. Hoje funciona um museu, um teatro e espaço para shows. O lazer fica por conta da criatividade, mas geralmente é usado para contemplação, pista de patins e skate.





sábado, 29 de agosto de 2015


Uma mulher qualificada


Um sonho seguido....um sonho conquistado!!
Fácil, quem disse que seria?
Mas, com força de vontade, paixão pelo que faz e dedicação, tudo se torna possível.

Segue a capa do meu trabalho de qualificação no Mestrado.


segunda-feira, 17 de agosto de 2015



Quando se descobre uma nascente...Rio D. Vicência, 
dentro de uma favela em Niterói.
 4500 habitantes
são abastecidos com essas águas.
Contei 6 nascentes canalizadas e uma nascente nas pedras.
Os moradores manilharam e fizeram bicas, onde jorra água o dia todo.







domingo, 14 de junho de 2015



Horto Botânico no Fonseca em Niterói

Jardim Botânico de Niterói, está situado numa linda área arborizada de 258 mil metros quadrados, administrada pela SEAPPA – Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária, Pesca e Abastecimento que merece ser melhor conhecida pelos niteroienses e visitantes da cidade.

Lá resistem espécies centenárias não só da Mata Atlântica, como jatobás, jequitibás, jacarandás , sapucaias, e também arvores raras na região como o Pau Mulato e Castanheira do Pará. Passaros, borboletas e toda sorte de insetos encontram alí um refúgio em plena zona urbana de Niterói.
Situa-se no bairro do Fonseca numa área demarcada inicialmente em 1891 com o nome de “Sítio Água Azul”, pertencente ao Barão de São João de Icaraí. A propriedade foi em 1905 incorporada ao Patrimônio Estadual sendo utilizada como dependência da Secretaria de Agricultura que criou ali o “Horto Botânico” com o objetivo de promover novas culturas, estudos e pesquisas sobre moléstias vegetais e sobre os meios de combatê-las.
O prédio principal, que foi inaugurado em 1906 sofreu várias reformas para abrigar exposições agrícolas e outras instituições. Em 1918 foi cedido para a instalação da Escola Superior de Agricultura e Medicina Veterinária (atual UFFRJ) onde funcionava também o curso de Química Industrial Agrícola, embrião da atual Escola de Química da UFRJ.
Recebe diariamente, centenas de pessoas em busca de ar puro, contato com a natureza e tranquilidade para práticas esportivas e de lazer.
( dados IBG)

domingo, 17 de maio de 2015

Folhas que protegem

A natureza ajudando a proteger...
Esta foto eu tirei em um bairro no interior do Rio de Janeiro em meio ao calor escaldante do mês de Janeiro.
Estava atravessando uma passarela para conhecer um novo Horto em Itaboraí, quando percebi dois meninos andando sobre a terra seca e árida... e talvez, tentando amenizar suas jornadas, retiraram do mato em torno a estrada, folhas de Mamona e seguiram protegidos pela sobra da grande folha ou, os pequenos corpos que por sorte se encaixaram à sombra da pequena folha.
Uma imagem difícil de se encontrar nas grandes cidades, por isso tratei de rapidamente flagrar aquele momento que agora compartilho com vocês.
Esta imagem me fez repensar...
sobre prioridades, vida, sobrevivência, natureza, clima, proteção, instinto, criatividade, infraestrutura das cidades, sobre pessoas, sobre as crianças em famílias sem renda suficiente para dar um digno viver e não por culpa delas e sim por falta de oportunidades... 

quinta-feira, 14 de maio de 2015

Requalificação dos Espaços Públicos

Um novo olhar para a requalificação dos espaços públicos.

Na proposta do BasketBar, que é um bar com o terraço aberto para encontros e práticas esportivas, o Arquiteto Leandro Medrano faz
uma proposta clara: intensificar relações, ações e conexões.
O programa é simples, adicionar novos e utilitários usos como uma cafeteria com espaço para apreciar um café e aproveitar a vista local, bar , esporte, encontro e lazer.

segunda-feira, 11 de maio de 2015



Meus novos croquis

"A sensação, a inspiração, o criar e experimentar, sempre estão ligados à algum lugar – ao espaço físico que os remeteram, e isso levamos conosco". Regina Silva - Paisagista Brasileira






terça-feira, 14 de abril de 2015


Início de uma nova fase...
Completamente inspirada por Jardins Naturais.

Seguem abaixo fotos que tirei inspirada pela metodologia de Gilles Clément.
Num jardim, as plantas que aparecem sem aviso transformam o registo das coisas ordinárias relançando a dinâmica da observação (CLÉMENT, 2001)







quarta-feira, 8 de abril de 2015

Geopolítica do Capitalismo


Para Regina,
Com uma Paisagem não muito animadora
 e um abraço...
Geopolítica do Capitalismo


Mais um dia de Seminário e conforme o título desta pequena resenha, muito pertinente dado ao apresentador Jose Fiori, na dedicatória do livro que comprei no final da palestra e lançamento de seu livro.
Uma manhã inteira de política, uma análise profunda da política mundial, com pitadas de humor, como não poderia deixar de ter, quando tratamos de temas políticos.
O que uma Paisagista faria neste meio tão ameaçador? digo, se a ameaça te amedronta, intimida, é melhor ir de encontro a ela e olhá-la nos olhos. Depois, feito isso, estamos preparados para uma nova etapa, seja o que for e onde for.
Quando comecei a estudar as cidades, intrinsecamente estava no meio da política. 
E permear pelos universos tão distintos de fazer paisagens idealizadas, bem estudadas e analisar a cidade em sua conjuntura natural, absorvida pelas pessoas, poderes, leis, realmente me instigou a querer saber mais, a buscar mais ingredientes para uma completa compreensão do todo.
Quando soube que o mentor e Pós-Doutor Jose Fiori viria ao Rio e depois de 10 anos voltaria ao IPPUR para um debate sobre os seus anos de pesquisas geopolíticas e convivência fora do Brasil, percebi que era neste momento que a minha inserção seria feita, momento propício e perfeito, pensei!
Realmente não estava enganada, um amigo da Guiné Bissau fez uma pergunta: "Doutor em 8 anos que estou no Brasil estudando, essa foi a melhor abordagem sobre política mundial que escutei! minha pergunta é: O Brasil por tanto tempo esteve ao lado dos EUA, nos impondo uma cultura americanizada, enquanto a Argentina estava ao lado da Espanha, depois da crise Europeia a Argentina caiu e como fica essa aliança dos EUA com Cuba, o senhor acha que o Brasil se tornou desinteressante aos olhos da mega potência, o que devemos esperar para o futuro político do Brasil?"
Se questionem sobre isso, não darei a resposta é claro! pois a minha intenção é provocar questionamentos...
Aprendi muito com esse gênio, que fez uma bela explanação de saberes em uma linguagem simples e concluí que esse sistema realmente nunca entrará em estado de entropia, pelo contrário sempre girará da mesma maneira, mudando/sacrificando poucas peças(peão), porém o tabuleiro ficará intacto. Existe no meio da mídia muito frenesi, notícias tortas, pois a política dá ibope, saber quem, que País caiu, saiu, cresceu, ganhou, perdeu e etc. Até onde podemos acreditar? Podemos? ou Até onde querem que acreditemos?

E concluo: Uma paisagem não muito interessante, para uma Paisagista muito interessada...














sábado, 4 de abril de 2015

Sobre Gilles Clement




O Mestre Gilles Clément

"Vendo terreno baldio, não estou apenas fascinado pela energia da recuperação da natureza, eu também quero saber como inserir-me em meio a esse fluxo poderoso." 

"Surpreendente de uma árvore que ao longo do tempo se apoderou de uma bicicleta deixada no bosque, ilustra bem aquilo a que Clément chama de décalage. A memória deste lugar não voltará a ser a mesma no espírito de quem passou pelo bosque, pois o acontecimento imprevisto transforma a memória do espaço."
Gilles Clemént - blog Salomé C.


domingo, 22 de março de 2015

Meu ponto de vista de uma palestra que assisti sobre Paris


Metropolização da cidade de Paris

Assisti um interessante seminário com o Pierre Mansat, responsável pelo grande e desafiador projeto da metropolização da cidade de Paris até 2020.
Iniciando em janeiro de 2016 com a criação de uma nova Metrópole a "Gran Paris", com 24 municípios membros.
Intuito: Melhoria de vida; Conexão; Cidade Sustentável.
Desafio: Há muitos imigrantes na sua maioria romenos, vivendo em favelas e a intenção deste projeto é oferecer moradias a todos, de forma a dividir para que a cidade tenha uma estabilidade econômica e social. Na cidade de Paris há habitações para estas pessoas, porém algumas cidades que compõem a Metrópole Paris, não aceitam a construção de casas para imigrantes.

quarta-feira, 28 de janeiro de 2015