sexta-feira, 26 de dezembro de 2014


Independente de religiões, que no próximo ano estejamos mais desapegados de coisas e pessoas.
Para que nosso crescimento seja verdadeiro e sem sofrimentos desnecessários.
Feliz Ano Novo!!

Desejos e apegos nas relações afetivas - Lama Padma Samten


terça-feira, 16 de dezembro de 2014


Workshop sobre Governança Ambiental


Depois de um pesado e cansativo dia de debates, especulações e pesquisas. 
Enfim, em casa e me preparando para o segundo dia...;-)
Hoje conversamos sobre a nossa casa, especialmente Rio de Janeiro e São Paulo.
O seminário começou abordando temas sobre a Resiliência Urbana; Mudanças Climáticas; Chuvas; Elevação do nível do Mar.
O tema seguinte foi sobre a vulnerabilidade da ocupação urbana: desastres, deslizamentos, alamentos no Rio de Janeiro.
Por que pensa-se em expansão de áreas no RJ, como Barra, Recreio, Vargem Grande e outras, sem estruturas de solo, transportes e etc..., enquanto há outras áreas na Zona Norte, Centro e Baixada já estruturadas com transportes e espaços ( necessitando de melhorias), porém, não há interesse e o investimento não chega?
Doutores de São Paulo abordaram temas sobre a seca...onde 8 milhões de pessoas usam o sistema Cantareira.
A mídia sempre  centraliza o problema da escassez na falta de chuva...e o gerenciamento e a governança das águas quem faz?
Já que conforme as pesquisas de campo, o sistema de água da Sabesp tem o menor índice de perdas  no Brasil, são 39%...acreditem se quiser! essas perdas são os rachas, canos sem manutenção ou quebrados.
 Bem, deixo essas perguntas para reflexão!!


segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

http://200.144.182.130/iee/govamb/?q=evento/workshop-internacional-sobre-governança-ambiental-comparações-temáticas-e-internacionais#sthash.QLU3Iwfb This message was sent using ShareThis (http://www.sharethis.com)

Workshop Internacional sobre: A governança ambiental: Comparações temáticas e internacionais

Apresentação
O Laboratório de Estudos de Águas Urbanas, LEAU, do PROURB, Programa de Pós Graduação em Urbanismo mantém há quatro anos cooperação sistemática com pesquisadores canadenses e franceses sobre a temática da governança ambiental das metrópoles, com um foco especial nas questões relacionadas à governança das águas, incluindo questões relacionadas à gestão dos recursos hídricos e dos serviços de saneamento.
O objetivo deste workshop é compartilhar e discutir com colegas do Rio de Janeiro e de São Paulo diferentes pesquisas sobre governança ambiental das metrópoles que estão sendo desenvolvidas por equipes francesa, canadense e brasileiras.
O workshop tem como objetivo promover tanto a reflexão teórica como empírica sobre os diferentes contextos estudados. A reflexão teórica trata da governança ambiental da metrópoles, questionando não só os meios ou instrumentos dessa governança, mas também os objetivos, os atores participantes, as disputas entre eles e os efeitos de decisões. Quais são os objetivos de uma ação pública ambiental e de uma governança das águas? Que atores participam da tomada de decisões e quais as regras de sua participação? Como as decisões ambientais e mais particularmente as decisões relacionadas à gestão das águas que estão sendo implementadas e quais são os efeitos destas sobre o ambiente natural sobre o comportamento dos atores sociais no ambiente?
Busca-se estabelecer caminhos para uma comparação é de dois tipos: uma comparação internacional, em primeiro lugar, fomentando o intercâmbio entre Brasil, França e Canadá e as respectivas experiências de governança; uma comparação temática focando nas questões das mudanças climáticas, da gestão das águas, da biodiversidade, considerando notadamente, contextos metropolitanos. Quais as formas de governança que se constituem a partir desses temas? Existe articulação entre elas? As formas de governança existentes seriam adequadas para os problemas hoje enfrentados? Essas ideias e perguntas formam o pano de fundo para o workshop.


Minas Gerais

Um pouquinho da paisagem de Minas, para matar a saudade...










































Folhas....
que nascem, em uma fotossíntese essencial a vida;
que caem, em uma adubação perfeita, essencial ao fortalecimento;
que encantam, pela beleza de seu design...


sexta-feira, 12 de dezembro de 2014


Parnaso
Serra dos Orgãos Teresópolis

E digo assim como Kevin Lynch, analisaremos as cidades de duas formas básicas:
-Andar a pé, ver e perceber as conexões, desconexões e na mais singela avaliação, se basear na aparência imediata dos elementos de campo.

-Conversar com as pessoas locais, ouvir suas descrições, observar os desenhos infantis e sentir até onde permeiam os passeios imaginários.

Minhas fotos in loco!

quarta-feira, 10 de dezembro de 2014




paisagismo.sempre





"O paisagismo é uma profissão importantíssima e complexa que envolve conhecimentos profundos artísticos e científicos. Precisa ser tratada como atividade única e independente, encarada pela sociedade brasileira com a mesma seriedade e destaque que em outros países do mundo."

Lei de regulamentação nº.2043/2011.

segunda-feira, 8 de dezembro de 2014



Nunca é tarde...este assunto é sempre atual!
Lembrei de uma história com esta reportagem da foto abaixo.
Intervenção Urbana que aconteceu em SP...
onde neste gesto simbólico cada um levava no
 seu carrinho seu modelo de intervenção.

Outro dia eu estava passando na Rua Barata Ribeiro em Copacabana e aguardando o sinal fechar para atravessar, mas quando o sinal fechou, não consegui sair de onde estava, fiquei observando uma senhora atravessando a rua, que levava em seu carrinho de compras uma arvoreta, ela parou no meio da rua, onde havia um buraco no meio do asfalto com terra e plantou a arvoreta de mais ou menos 1,5m de altura.
O sinal abriu e imaginem o que aconteceu...os carros começaram a buzinar e os motoristas loucos, com as mãos para fora dos carros...foi uma cena incrível... e a árvore plantada no meio da Barata Ribeiro...
A senhora saiu tranquilamente dizendo que cumpriu o seu dever.
E a arvoreta minutos depois foi retirada pelos guardas e o trânsito continuou seu fluxo.



terça-feira, 2 de dezembro de 2014

segunda-feira, 1 de dezembro de 2014


Gilles Clement
É um jardineiro francês, desenhista de jardim, botânico, agrônomo, viajante e escritor.

Quando cheguei à Paris em abril do ano passado, se passavam das 20:00hs, só restou tempo para colocar as malas e sair para jantar.
Quando saí, um cheiro diferente no ar e o sorriso estampado, me faziam acreditar que um estado de encantamento tinha me acometido:  uhu...estou em Paris!!
Naquela noite friaaa... congelada, percebi melhor onde estava e o clima local era bom.
No final da rua do hotel tinha um rio, uma praça e próximo, as margens desse rio ficavam vários bares e restaurantes, cheios de pessoas tomando seu vinho, fumando de uma maneira que somente os franceses sabem, estilo cotovelo em cima da mesa ou apoiado nos joelhos, dedos levemente inclinados para cima, conversando com os amigos, sem movimentos bruscos.
Me senti muito bem ali, sentei, pedi meu jantar com vinho é claro...
E no dia seguinte, fui verificar com a luz do dia aquele lugar que me transmitiu e me atraiu tanto, pela atmosfera e gente local.
Estou contando isto agora, por que fui apresentada à Gilles Clement, apresentada no cognitivo, pois antes não o conhecia. Conhecia somente pelo prazer de desfrutar da sua criação, um belo espaço às margens do rio, me encantei com aquele local em Paris e hoje sei que ele é o criador de um espaço encantador e muito freguentado, que na imensidão dos acasos da vida fui me deparar.
Meu hotel o Ibis ficava próximo do Basin-de-la-Villette, saltava na estação Laumière e sempre ia andando para casa...rs
Bassin de la Villette, Paris © OTCP - Amélie Dupont


Olhando a cidade por novas lentes.


Aarhus  Harbor