terça-feira, 16 de dezembro de 2014


Workshop sobre Governança Ambiental


Depois de um pesado e cansativo dia de debates, especulações e pesquisas. 
Enfim, em casa e me preparando para o segundo dia...;-)
Hoje conversamos sobre a nossa casa, especialmente Rio de Janeiro e São Paulo.
O seminário começou abordando temas sobre a Resiliência Urbana; Mudanças Climáticas; Chuvas; Elevação do nível do Mar.
O tema seguinte foi sobre a vulnerabilidade da ocupação urbana: desastres, deslizamentos, alamentos no Rio de Janeiro.
Por que pensa-se em expansão de áreas no RJ, como Barra, Recreio, Vargem Grande e outras, sem estruturas de solo, transportes e etc..., enquanto há outras áreas na Zona Norte, Centro e Baixada já estruturadas com transportes e espaços ( necessitando de melhorias), porém, não há interesse e o investimento não chega?
Doutores de São Paulo abordaram temas sobre a seca...onde 8 milhões de pessoas usam o sistema Cantareira.
A mídia sempre  centraliza o problema da escassez na falta de chuva...e o gerenciamento e a governança das águas quem faz?
Já que conforme as pesquisas de campo, o sistema de água da Sabesp tem o menor índice de perdas  no Brasil, são 39%...acreditem se quiser! essas perdas são os rachas, canos sem manutenção ou quebrados.
 Bem, deixo essas perguntas para reflexão!!


segunda-feira, 15 de dezembro de 2014


Minas Gerais

Um pouquinho da paisagem de Minas, para matar a saudade...







Folhas....
que nascem, em uma fotossíntese essencial a vida;
que caem, em uma adubação perfeita, essencial ao fortalecimento;
que encantam, pela beleza de seu design...


sábado, 13 de dezembro de 2014


Parnaso
Serra dos Orgãos Teresópolis

E digo assim como Kevin Lynch, analisaremos as cidades de duas formas básicas:
-Andar a pé, ver e perceber as conexões, desconexões e na mais singela avaliação, se basear na aparência imediata dos elementos de campo.

-Conversar com as pessoas locais, ouvir suas descrições, observar os desenhos infantis e sentir até onde permeiam os passeios imaginários.

Minhas fotos in loco!

quarta-feira, 10 de dezembro de 2014




paisagismo.sempre





"O paisagismo é uma profissão importantíssima e complexa que envolve conhecimentos profundos artísticos e científicos. Precisa ser tratada como atividade única e independente, encarada pela sociedade brasileira com a mesma seriedade e destaque que em outros países do mundo."

Lei de regulamentação nº.2043/2011.

segunda-feira, 8 de dezembro de 2014



Nunca é tarde...este assunto é sempre atual!
Lembrei de uma história com esta reportagem da foto abaixo.
Intervenção Urbana que aconteceu em SP...
onde neste gesto simbólico cada um levava no
 seu carrinho seu modelo de intervenção.

Outro dia eu estava passando na Rua Barata Ribeiro em Copacabana e aguardando o sinal fechar para atravessar, mas quando o sinal fechou, não consegui sair de onde estava, fiquei observando uma senhora atravessando a rua, que levava em seu carrinho de compras uma arvoreta, ela parou no meio da rua, onde havia um buraco no meio do asfalto com terra e plantou a arvoreta de mais ou menos 1,5m de altura.
O sinal abriu e imaginem o que aconteceu...os carros começaram a buzinar e os motoristas loucos, com as mãos para fora dos carros...foi uma cena incrível... e a árvore plantada no meio da Barata Ribeiro...
A senhora saiu tranquilamente dizendo que cumpriu o seu dever.
E a arvoreta minutos depois foi retirada pelos guardas e o trânsito continuou seu fluxo.



terça-feira, 2 de dezembro de 2014

segunda-feira, 1 de dezembro de 2014


Gilles Clement
É um jardineiro francês, desenhista de jardim, botânico, agrônomo, viajante e escritor.

Quando cheguei à Paris em abril do ano passado, se passavam das 20:00hs, só restou tempo para colocar as malas e sair para jantar.
Quando saí, um cheiro diferente no ar e o sorriso estampado, me faziam acreditar que um estado de encantamento tinha me acometido:  uhu...estou em Paris!!
Naquela noite friaaa... congelada, percebi melhor onde estava e o clima local era bom.
No final da rua do hotel tinha um rio, uma praça e próximo, as margens desse rio ficavam vários bares e restaurantes, cheios de pessoas tomando seu vinho, fumando de uma maneira que somente os franceses sabem, estilo cotovelo em cima da mesa ou apoiado nos joelhos, dedos levemente inclinados para cima, conversando com os amigos, sem movimentos bruscos.
Me senti muito bem ali, sentei, pedi meu jantar com vinho é claro...
E no dia seguinte, fui verificar com a luz do dia aquele lugar que me transmitiu e me atraiu tanto, pela atmosfera e gente local.
Estou contando isto agora, por que fui apresentada à Gilles Clement, apresentada no cognitivo, pois antes não o conhecia. Conhecia somente pelo prazer de desfrutar da sua criação, um belo espaço às margens do rio, me encantei com aquele local em Paris e hoje sei que ele é o criador de um espaço encantador e muito freguentado, que na imensidão dos acasos da vida fui me deparar.
Meu hotel o Ibis ficava próximo do Basin-de-la-Villette, saltava na estação Laumière e sempre ia andando para casa...rs
Bassin de la Villette, Paris © OTCP - Amélie Dupont


Olhando a cidade por novas lentes.


Aarhus  Harbor

terça-feira, 25 de novembro de 2014

Debates sobre o Rio de Janeiro
Porto do Rio

Me pergunto: Será que precisamos de um vazio no espaço para propor a modernidade?
Será que vamos ver mais um processo de gentrificação?

Ontem foi um dia de debates sobre as obras utópicas? do "Porto Maravilha".
Onde mega empreendimentos comerciais e habitacionais estarão brotando em meio à uma nova paisagem de porto.

Alguns Mestres e Doutores do Brasil e da França, estavam participando desde debate colocando suas visões, especulações e dissertações em pauta.
Depois de um intenso dia de reflexões que acabou às 19hs com o desabafo final, choro e a pergunta: por que ainda estamos debatendo essas coisas, quando serão colocadas em praticas, quando a cortina irá vidrificar e transparecer as autoridades, até que ponto as autoridades têm realmente o poder e controle da cidade?.
O desabafo, discordâncias, o choro de pessoas sensíveis a algumas impossibilidades de como e quanto à cidadãos; a raiva, pontos de vistas diferentes olhando na mesma lente, lente esta que põe a cidade e seus pertences, pertencentes como donos dela, ou seria o processo construtivo com a modernização o próprio arruinamento?

Mestres e Doutores se veem impossibilitados diante de tamanha competitividade empresarial, poder industrial, poder empresarial quanto as rédeas do sistema construtivo, onde a cidade é pensada de forma a ganhar com mega empreendimentos.
Até onde podemos sair de debates e se inserir neste mundo com tamanho peso de estudiosos a respeito da cidade pensada sem o colocar o highlight na turistificação.
Uma moradora do morro da Providência estava presente e falou: " O poder tem uma pata pesada"
Até agora mais de 150 pessoas foram expulsas do morro para dar lugar a "modernidade".
A previsão é que até o final das obras 850 famílias sejam removidas, com casas marcadas sem consulta prévia - e com a promessa de um aluguel social de 400 reais ou uma indenização de 27 mil.
E o debate continua...




http://www.prourb2.fau.ufrj.br/as-ruinas-da-patrimonializacao-rio-2014-%E2%80%A2-paris-


http://www.museudeartedorio.org.br/pt-br/evento/seminario-internacional-ruinas-da-patrimonializacao

sábado, 22 de novembro de 2014


Sensibilidade


Palavra mágica, essencial à vida!
É quando percebemos e aproveitamos tudo com mais intensidade...
Geralmente as pequenas coisas, situações se tornam grandes eventos, grandes acontecimentos.
Acontecimentos que somente os que as têm sentem.
Seja no respeito aos outros;
Seja na maneira de falar com quem não conhecemos;
Seja no respeito ao diferente;
Seja no cuidado com pessoas;
Seja no cuidado com meio ambiente.
Ser sensível é:
sentir a euforia por estar ouvindo alguém a quem admiramos falar;
é gostar de ouvir;
é identificar com o olhar, outras pessoas sensíveis;
é sorrir por sentir a vida e perceber que não sabemos nada, só estamos no começo;
é aproveitar aquele papo gostoso com novos amigos;
é olhar no olho;
é querer ficar próximo, tocar;
é entender de política para tentar viver em mundo melhor;
é saber conciliar.
Deixemos germinar o maior de todos os sentimentos...




sexta-feira, 17 de outubro de 2014


Silva Jardim/RJ

Horto Biovert.

O dia em Silva Jardim.
O tempo pára quando estamos envolvidos em algo que amamos, os minutos são sentidos e aproveitados ao máximo.
Fomos recebidos pela Bióloga Ursula Taveira, que procurou nos passar todo o funcionamento, acondicionamento, maquinário, extração de sementes, cultivo, manejo, plantio e vendas de mudas.
A preocupação em ser sustentável, retirando, porém dando mais a terra para a recuperação, é uma missão que poucos têm como meta principal para uma vida melhor.
O planeta agradece!








sexta-feira, 22 de agosto de 2014



Meus antigos croquis

Outro dia vi uma entrevista com um fotógrafo muito famoso e polêmico por suas fotos.
E na entrevista ele falava sobre a felicidade e lembro de uma frase dele que me marcou.
"Felicidade é quando posso fazer o que gosto todos os dias, infelicidade seria trabalhar em algo para ganhar dinheiro e viver 30 dias de felicidade, pois os outros 330 dias seriam de extrema expectativa, relembrando e recordando, traria mais frustração". 
Digo: Adoro a minha profissão!! \o/



segunda-feira, 18 de agosto de 2014



Plantas Ornamentais Africanas



Me encantam a flora africana, pela diversidade, rusticidade e beleza.

As Impatiens são as minhas preferidas.
Coloridas, sensíveis e embelezam os espaços onde a luz é mais difusa ou meia sombra.
Segue a foto da minha impatiens.



sábado, 9 de agosto de 2014


Árvores que inspiram a tecnologia


Árvore artificial criada para filtrar o ar e converter dióxido de carbono em oxigênio, com suportes para painéis solares.
Projetada por pesquisadores de New York (Universidade de columbia) 




Dracena Cinnabari ou Dracaena cinnabari é nativa do Socotra arquipélago no Oceano Índico.
Socotra é um conjunto de ilhas de 4 ilhas, um arquipélago localizado ao lado da crista africana, a 250km da Somália. 


domingo, 3 de agosto de 2014

Sítio Burle Marx


Sítio Burle Marx 
Barra de Guaratiba-Rio de janeiro

As minhas visitas ao Sítio Burle Marx em Guaratiba foram ótimas.
E o inusitado para mim, foi ver o quanto ele era apaixonado por Arte Sacra, a casa tem um imenso acervo.
A sala de jantar tem uma grande mesa, onde ele convidava os amigos para jantares, com suas misturas de plantas na culinária e drinks.

Seu Sítio é um
imenso  jardim botânico palco das experiências de um Paisagista apaixonado pela  flora nativa, criador de grandes espaços como o Aterro do Flamengo, utlizava plantas autóctones na maioria de seus jardins e amava as espécieis exóticas como fonte de estudos.











sábado, 26 de julho de 2014


Espaços Públicos

A Cidade de São Paulo

O Parque Ibirapuera no meio da agitada cidade de São Paulo, traz momentos de lazer e descanso.
A cada dia mais necessários, esses espaços de lazer viraram o foco de todos os bons projetos urbanísticos.
Hoje como em todos os setores temos uma desaceleração na maneira de pensar, "o menos por mais" tão em voga no design, o "minimalismo" na arte e nas peças de fashionistas.
A cidade pensada e projetada para pessoas, onde há funcionalidades, mais qualidade de vida. Incorporar o jardim a cidade de formas diversas, pensar em mobilidade e moradias próximas de seus trabalhos é um desafio visto por muitos Arquitetos, Urbanistas e Paisagistas. 

Seguem as minhas fotos de uma das visitas à São Paulo, em uma imersão ao Paisagismo com o Raul Cânovas.






quarta-feira, 23 de julho de 2014


Kew Garden London




vitória-régia ou victória-régia (Victoria amazonica) é uma planta aquática da família das Nymphaeaceae, típica da regiãoamazônica. Ela possui uma grande folha em forma de círculo, que fica sobre a superfície da água, e pode chegar a ter até 2,5 metros de diâmetro e suportar até 40 quilos se forem bem distruibuídos em sua superfície.

domingo, 20 de julho de 2014

Inhotim



Relação entre a Natureza, Arte, Gastronomia e Ócio

Quando digo ócio em Inhotim, me refiro as belas paradas, literalmente jogada nos belos bancos de troncos espalhados ao longo do caminho.
Um delicioso ócio apreciativo....
Aconselho, que o caminho seja a maior parte feito a pé, pois a cada canto há um deslumbramento com a arte, seja no projeto paisagístico do Burle Marx, com inserções de arte contemporânea. Sejam nos imensos pavilhões de tantos artistas que deixaram ali a sua marca.  




quarta-feira, 16 de julho de 2014


Árvore do viajante
Recebe este nome por ter um reservatório de água entre as folhas.
Contá-se que muitos viajantes e peregrinos saciavam sua sede, quando encontravam esta palmeira no meio do caminho.



Minha Foto: Aterro do Flamengo - RJ

Minha Foto: Instituto de Agronomia de Campinas - SP